22 de maio de 2018

Médica abortista confessa que adora matar bebês: “Este é o meu sonho”


Médica abortista confessa que adora matar bebês: “Este é o meu sonho”

Micaiah Bilger
Quando menina, Merle Hoffman imaginava-se como uma guerreira medieval que lutava contra opressores perversos e protegia as vítimas inocentes.
Merle Hoffman
Hoje, embora o jornal East Hampton Star a retrate como realizando esses sonhos, Hoffman está se revelando muito diferente disso. A maior parte de sua vida tem sido dedicada a oprimir as vítimas mais inocentes de todas — os bebês em gestação.
E ela descreveu isso como um “sonho.”
Hoffman é dona de Choices, uma grande empresa de abortos em Queens, Nova Iorque, onde bebês viáveis em gestação são abortados até 24 semanas de gravidez. Ela lucra entre US$ 450 e US$ 2.000 por cada bebê que é abortado e vive em uma luxuosa casa à beira-mar. A revista Forbes certa vez a apelidou de “Abortista Milionária.”
Doentiamente, Hoffman disse ao jornal que ela agora não está mais sonhando, mas vivendo sua fantasia.
“É hoje. Esse é meu sonho. Minha vida é valiosa, desafiadora, estressante e extremamente excitante às vezes,” disse ela.
Como ativista do aborto de antes de Roe v. Wade [que legalizou o aborto nos EUA em 1973], Hoffman se gabou de ter ajudado a estabelecer uma das primeiras empresas de aborto nos Estados Unidos em 1971.
A reportagem continua:
Hoffman, que é solteira, descreve toda a sua carreira, que começou quando estudava na Faculdade Queens, em 1970, e trabalhava para um médico que fazia abortos, como uma batalha. “Eu estou na linha de frente há 46 anos,” disse ela.
A linha de frente, isto é, da guerra travada pelo direito de abortar, que ainda permanece sob ataque feroz 45 anos depois que a decisão da Suprema Corte Roe vs. Wade legalizou o aborto em todos os Estados Unidos.
Em 1971, juntamente com o médico para o qual ela trabalhava, Hoffman fundou Choices, a primeira clínica legal nos Estados Unidos a oferecer abortos; abortos provocados eram legais em Nova York desde 1970. Foi sua primeira paciente de Nova Jersey que alterou sua trajetória de aspirante a pianista para uma ativista numa cruzada pró-aborto.
“Imagine isso,” lembrou Hoffman em sua casa à beira-mar na véspera do Dia das Mães, “do outro lado do rio, em Nova Jersey, os abortos eram ilegais.” Sua paciente, ela disse, era branca, casada, católica e tão economicamente estressada que não poderia ter o filho. “Foi muito forte.”
E assim, a fantasia de resgate que a consumiu quando ela era menina começou a se manifestar sobre sua vida notável. Em 1977, ela co-fundou a primeira organização profissional nacional de provedores de aborto, a Federação Nacional do Aborto, e tornou-se sua primeiro presidente.
Hoffman disse que não tem nenhum problema com as pessoas que sabem que sua clínica de aborto é um negócio e não uma organização sem fins lucrativos (como a Federação de Planejamento Familiar, que vale US$ 1 bilhão, mas alega ser sem fins lucrativos). Ela disse que os abortos são 40 por cento do que sua clínica faz.
Ignorando a brutalidade mortal de seu próprio trabalho, Hoffman atacou conselheiros pró-vida que atuam nas calçadas e que estendem a mão para mulheres no lado de fora de seu negócio. Ela os descreveu como “o talibã americano” por quererem salvar bebês e mães do aborto e os rotula como “misóginos” e radicais religiosos.
Tão revoltante quanto o trabalho de Hoffman é na mesma medida repugnante os louvores que ela recebe da grande mídia dos EUA. O trabalho de vida dela, seus negócios, suas riquezas não vêm verdadeiramente de ajudar as mulheres em circunstâncias desesperadoras. Tudo o que ela tem veio através de seu negócio inescrupuloso de matar bebês em gestação inocentes e indefesos e dizer às suas mães que a violência contra seus próprios filhos resolveria seus problemas.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Abortionist Admits She Loves Killing Babies: “This is My Dream”
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21 de maio de 2018

O casamento real do príncipe Harry e Meghan Markle foi um exemplo cristão?


O casamento real do príncipe Harry e Meghan Markle foi um exemplo cristão?

Julio Severo
Enquanto toda a mídia de esquerda e de direita mostrou um notável consenso e união em seus louvores ao casamento real do príncipe Harry e Meghan Markle, houve um ponto que mereceu atenção especial e preocupação. Um dos pastores protestantes, o bispo Michael Curry, escolhido por Harry e Meghan para oficiar seu casamento, é um conhecido defensor da agenda homossexual.
Curry, o primeiro negro americano a presidir a Igreja Episcopal, é um batalhador do “casamento” gay.
No entanto, a defesa da homossexualidade não é um problema exclusivo de Curry. Harry e Meghan também adotam a mesma defesa.
Numa reportagem intitulada “Meghan Markle e o príncipe Harry: questões LGBT são ‘direitos humanos básicos,’” o site Hollywood Reporter disse: “O príncipe Harry e Meghan Markle estão colocando os direitos LGBT na vanguarda de sua agenda real.”
O site homossexual Pink News disse que “o casal real continuará a promover orgulhosamente as questões LGBT.”
No entanto, sem o feminismo, a homossexualidade não pode avançar, e o feminismo é exatamente o território de Meghan.
De acordo com o site esquerdista Vanities, Meghan tem um histórico de ativismo com a ONU Mulheres, a organização mais pró-aborto dentro da ONU. Num discurso na ONU em 2015, ela mencionou que seu ativismo começou quando ela viu um anúncio da Procter & Gamble que retratava mulheres no trabalho dentro do lar. Ela escreveu cartas para a escritora feminista Gloria Allred e para a então primeira-dama Hillary Clinton reclamando. Depois da pressão feminista, a P & G mudou o anúncio.
O feminismo destrói o papel das mulheres no casamento, impedindo-as de serem esposas e mães saudáveis, e a homossexualidade destrói o papel dos homens, impedindo-os de serem maridos e pais.
A homossexualidade é essencialmente contra o casamento e a família.
Deus criou o homem e a mulher para se unir em casamento e ter filhos. Ou você apoia o casamento ou apoia a homossexualidade. Você não pode apoiar ambos ao mesmo tempo, pois ambos são mutuamente antagônicos. Um é normal e ordenado por Deus e o outro é anormal e odiado por Deus.
Deus chama a união sexual entre um homem e uma mulher dentro do casamento de bênção. Mas Ele chama a união sexual entre um homem e outro homem de repugnante e detestável, de acordo com sua Palavra, que ordena:
“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)
No casamento, o homem é o líder e o chamado de Deus para a esposa é ser submissa ao marido. Meghan é uma feminista conhecida. Além disso, ela é uma mulher divorciada. As tradições reais britânicas não permitiam que seus homens reais se casassem com mulheres divorciadas. Tradições reais estão sendo quebradas.
Isso de modo algum desculpa Harry e seu comportamento sexual anterior, que não era tão casto quanto sua suposta confissão cristã requer.
O casamento real foi uma espécie de esquema para quebrar antigas tradições reais. Um casamento preso pelo ativismo homossexual e feminista, inclusive com divórcio e irresponsabilidade sexual, não é um casamento real como Deus tencionou. É uma aliança ideológica com a intenção a trazer uma mensagem e um modelo para a população. Pretende quebrar seus valores mais conservadores.
Poderia ser também uma mensagem sútil para os naturais brancos britânicos se misturarem em casamento com imigrantes não-brancos, que são coincidentemente em grande parte muçulmanos?
Enquanto a realeza britânica está brincando com o Cristianismo, o casamento, a família e os valores, o islamismo está avançando no Reino Unido. Londres está agora sob controle islâmico.
O Reino Unido esqueceu o que Winston Churchill disse:
“Quão terríveis são as maldições que o maometismo [islamismo] coloca em seus devotos! Além da fúria fanática, que é tão perigosa no homem quanto a raiva num cão, há essa apatia fatalista e medonha.”
O Reino Unido, que resistiu com sucesso ao nazismo, está sendo derrotado pelo feminismo, pela homossexualidade e pelo islamismo, promovidos frequentemente por sua própria realeza.
Nos velhos tempos, o povo britânico costumava dizer: “Deus salve a rainha!” Realmente! Que Deus salve a ela e sua família de seus próprios esforços para quebrar seus velhos valores conservadores. E enquanto eles não são salvos, que Deus salve os bons britânicos de sua rainha, sua família real e seu ativismo.
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20 de maio de 2018

Mesquitas belgas financiadas pelos sauditas ensinam ódio aos judeus e aos gays


Mesquitas belgas financiadas pelos sauditas ensinam ódio aos judeus e aos gays

Pamela Geller
Este não é apenas um problema com as mesquitas financiadas pela Arábia Saudita na Bélgica. Quantas mesquitas em todo o mundo promovem a jihad, o ódio aos judeus e o ódio a quem não é muçulmano? Nos EUA, 80% das mesquitas, de acordo com um estudo abrangente. E ainda nenhuma ação foi tomada.
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Imames [líderes de mesquitas] nos EUA estão vomitando ódio com impunidade, com a sanção da mídia dominada pela esquerda, das instituições acadêmicas e de outras instituições influentes. A oposição a essas convocações à guerra santa é recebida com gritos de “islamofobia” e “racismo” (o islamismo não é uma raça).
“Os textos usados em mesquitas, inclusive a Grande Mesquita de Bruxelas, pedem que gays sejam apedrejados até a morte ou sejam jogados de cima de prédios e descrevem os judeus como ‘malignos.’” A Grande Mesquita por trás dos atentados islâmicos que mataram 130 pessoas em Paris em 2015, e 32 na capital belga, em 2016, goza um privilégio raro: ela usa, sem pagar nenhum aluguel, há 99 anos um prédio, do governo belga. Incrível.
“Mesquitas belgas financiadas pelos sauditas ensinam o ódio aos judeus e aos gays: relatório,” Agence France-Presse, 11 de maio de 2018:
Manuais de ensino em mesquitas financiadas pelo Golfo Arábe na Bélgica promovem estereótipos antissemitas de judeus e pedem a perseguição de homossexuais, de acordo com um relatório de inteligência belga vazado.
Os textos usados nas mesquitas, inclusive a Grande Mesquita de Bruxelas, pedem que gays sejam apedrejados até a morte ou sejam jogados de cima de prédios e descrevem os judeus como ‘malignos,’ disse o relatório do centro de monitoramento do terrorismo nacional da OCAM.
Os textos, que são usados para treinar pregadores e professores de teologia, foram “inspirados principalmente pela lei islâmica clássica da Idade Média,” disse a OCAM em uma cópia do relatório obtido pela AFP na sexta-feira.
Eles têm "conteúdo problemático em termos de radicalismo, xenofobia e antissemitismo", disse o relatório da OCAM.
Legisladores belgas dizem que discutirão o relatório na próxima semana.
O relatório destacou manuais de treinamento religioso em língua árabe na Grande Mesquita, que fica perto da sede da UE em Bruxelas.
O governo belga disse em março que encerraria o contrato de aluguel de meio século da Grande Mesquita da Arábia Saudita, devido à preocupação de que essa mesquita promove o radicalismo. Era administrada pela Liga Mundial Muçulmana…
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Geller Report: Saudi-financed Belgian mosques teach hatred of Jews, gays
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19 de maio de 2018

Max Lucado: Tiroteio em escola de ensino secundário no Texas — Esse mal não vai durar para sempre


Max Lucado: Tiroteio em escola de ensino secundário no Texas — Esse mal não vai durar para sempre

Max Lucado
Não tenho certeza de quantos mais desses casos conseguiremos aguentar. Quando vi as palavras: alunos feridos e mortos a tiros na escola Sante Fe, minha reação foi: “Não de novo.” Parece que os Estados Unidos estão indo de tragédia a tragédia, de tiroteios a tiroteios, de ataques a bomba a ataques a bomba. As crianças não mereciam tal morte. Seus pais não merecem tal sofrimento. E recebemos um lembrete muito comum: a vida não é justa.
Quando você aprendeu essas palavras? Não é justo. Que ação expôs você às escaladas desequilibradas da vida? Um acidente de carro deixou você sem pai? Os amigos se esqueceram de você, um professor ignorou você, um adulto abusa de você? Você já orou a oração do salmista? “Ó Senhor, até quando olharás?” (Salmo 35:17). Quando você primeiro fez a pergunta do profeta: “Por que o caminho dos ímpios prospera?” (Jer. 12: 1)?
Por que de fato? Por que os vendedores de drogas ficam ricos? Por que os agressores sexuais escapam impunes? Por que os charlatões são eleitos? Por que os assassinos escapam? Por que os oportunistas se aproveitam? Por que os patifes conseguem? Por que os hipócritas são escolhidos?
Por quanto tempo a injustiça avançará? A resposta de Deus é direta: Não tanto quanto podemos pensamos. As Escrituras revelam uma promessa sombria: “Porque [Deus] estabeleceu o dia em que julgará o mundo” (Atos 17:31).
Ele não está sentado à toa. Ele não está girando os polegares. Cada movimento do calendário nos aproxima do dia em que Deus julgará todo mal. Um Dia de Julgamento foi escolhido. A hora foi marcada e o momento foi reservado. O julgamento não é uma possibilidade, mas uma dura realidade.
“Dia do Julgamento” é um termo impopular. Nós não gostamos da imagem de uma grande hora de prestação de contas — o que é irônico. Nós desdenhamos julgamentos, mas valorizamos a justiça. Contudo, o segundo é impossível sem o primeiro. Não se pode ter justiça sem julgamento. Por essa razão, “todos devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um de nós receba o que nos é devido pelas coisas realizadas no corpo, sejam boas ou más” (2 Coríntios 5:10).
Os seguidores de Cristo se agarram a esta promessa: Jesus sempre equilibrará a balança da justiça. Um dia está chegando, mais cedo do que poderíamos esperar, em que veremos o diabo pagar por todo o mal que ele infligiu ao mundo. Satanás, e todos os que o seguem, ouvirão a sentença: "Apartai-vos de mim, amaldiçoados, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25:41).
A Justiça irá prevalecer.
Essa promessa pode não importar para você. Para algumas pessoas, a vida parece justa. Se isso descreve você, conte suas bênçãos. Há outros, porém, que lutam diariamente contra sentimentos de raiva. Eles foram roubados; pessoas más roubaram os dias que teriam com seus entes queridos, a doença minou a saúde de seus corpos. Eles acreditam que a justiça deve ser executada.
Eu sou uma dessas pessoas. Meu irmão foi roubado. O alcoolismo roubou a alegria de sua vida. Por dois terços de seus cinquenta e sete anos, ele lutou contra a garrafa. Isso lhe custou sua família, finanças e amigos. Ele não era inocente, eu entendo isso. Ele comprou o álcool e fez as escolhas. No entanto, estou convencido de que Satanás designou um esquadrão especial de imbecis para tentá-lo. Quando eles acharam sua fraqueza, eles se recusaram a desistir. Eles o levaram para o tatame e tiraram o autocontrole dele.
Estou pronto para ver Satanás pagar por seus crimes contra meu irmão. Estou ansioso aguardando o momento em que estarei ao lado de Dee, nossos corpos redimidos e almas seguras. Juntos veremos o diabo amarrado, acorrentado e lançado em um lago de fogo. Nesse ponto, começaremos a recuperar o que o demônio tomou.
“Porque [Deus] estabeleceu o dia em que julgará o mundo” (Atos 17:31).
Deixe esta aliança diminuir a raiva que você sente contra o mundo ferido. Devastações têm ferido todos os lares. Na semana passada, encontrei uma família cujos gêmeos de seis anos foram abusados sexualmente por um avô. Duas noites atrás, nossos vizinhos foram agredidos e roubados em sua própria casa. Um dos membros da nossa igreja passou dois anos na prisão por um crime que não cometeu. O culpado saiu livre. Ele foi para a cadeia. Não está certo, não é justo, não é justo que o mal prospere. Quando você se perguntar se a maldade ficará impune ou se as injustiças ficarão sem solução, deixe que essa promessa satisfaça seu desejo de justiça. Deus terá a palavra final. “Deus é justo juiz, e Deus se enfurece com os iníquos todos os dias” (Sl. 7:11).
Max Lucado é um pastor na cidade de San Antonio e autor de livros best-sellers. Seu último livro é “Anxious for Nothing: Finding Calm in a Chaotic World” (Thomas Nelson, setembro de 2017). Visite o site dele em www.MaxLucado.com. Siga-o no Twitter @MaxLucado.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da FoxNews: Max Lucado: Texas high school shooting -- This evil will not last forever
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18 de maio de 2018

Principais revistas médicas acusadas de distorcer pesquisas, arrecadando milhões de dólares em “subornos” de empresas farmacêuticas


Principais revistas médicas acusadas de distorcer pesquisas, arrecadando milhões de dólares em “subornos” de empresas farmacêuticas

Megan Sheets
Várias das principais revistas médicas dos EUA revelaram que estão recebendo milhões de dólares de empresas farmacêuticas, uma prática que questiona a confiabilidade dessas revistas.
Quase dois terços das pesquisas médicas nos EUA são financiados pelas empresas farmacêuticas, totalizando mais de US$ 100 bilhões por ano.
Isso é potencialmente problemático porque as empresas têm uma participação financeira nos resultados dos estudos e, portanto, podem ter um incentivo para publicamente relatar resultados que as coloquem sob uma luz favorável e ocultem resultados menos lisonjeiros.
Os relatórios revelaram que muitas das principais revistas médicas podem ter motivações financeiras para publicar os estudos que são injustamente distorcidos em favor das empresas farmacêuticas, tanto por meio do pagamento das despesas de impressão quanto do pagamento aos editores das revistas.
As revistas que mais lucram com seus relacionamentos com as empresas farmacêuticas incluem a revista da Associação Médica Americana (JAMA), que obtém 52% de sua receita imprimindo estudos de empresas farmacêuticas, e a revista da Sociedade Americana de Cardiologia (JACC), cujos 35 editores arrecadam uma quantia estimada de US$ 15 milhões de empresas a cada ano.
Nesta semana, o nefrologista David Fung postou um artigo descrevendo por que ter uma indústria de pesquisa sob controle das grandes empresas farmacêuticas deveria levar a classe médica a duvidar da medicina baseada em evidências, vista como o padrão de ouro das pesquisas.

“Suborno” nos escalões mais elevados

Um estudo recente revelou que muitos dos principais editores de revistas receberam dezenas de milhares de dólares de empresas farmacêuticas, escreveu Fung, citando um relatório de outubro de 2017 na British Medical Journal (Revista Médica Britânica).
Os editores são responsáveis não apenas pelos tipos de estudos publicados em suas revistas, mas também pelos revisores de estudos.
Os pesquisadores da Universidade de Toronto examinaram um banco de dados com informações sobre quanto dinheiro cada editor recebeu de fontes da indústria farmacêutica.
Constatou-se que mais da metade dos editores das 52 revistas estudadas receberam dinheiro de fontes da indústria farmacêutica com pagamentos em média de US$ 27.564 cada.
Esse número não inclui os pagamentos por “pesquisas,” que são em grande parte não regulamentados, com uma média de US$ 37.330.
Os maiores infratores foram os 35 editores da Sociedade Americana de Cardiologia, cada um recebendo uma média de US$ 475.000 pessoalmente e US$ 120.000 em dólares de “pesquisas,” totalizando pouco menos de US$ 15 milhões, segundo o estudo.
Conforme revelação, os editores da JAMA receberam em média mais de US$ 6.000 diretamente e US$ 84.500 em dinheiro de pesquisas.
Os editores da revista Diabetes Care receberam quase US$ 97.000 diretamente e mais de US$ 212.426 em dinheiro para pesquisas.
O estudo também revelou que apenas 37% das revistas tinham políticas de conflito de interesse.

Renda da impressão de estudos de sucesso

Um relatório de 2010 do Reino Unido revelou que muitas revistas obtêm uma grande parte de sua receita de reimpressões, nas quais uma empresa farmacêutica compra centenas de exemplares de uma revista contendo um relatório que é favorável a essa empresa.
Como resultado, o Dr. Fung afirma que as revistas são muito mais propensas a publicar estudos feitos por empresas farmacêuticas, porque sabem que vai trazer dinheiro para pagamento de reimpressões.
O relatório revelou que 53% da receita da revista da Associação Médica Americana vem do pagamento das despesas de reimpressão.
Da mesma forma, a revista da Sociedade Médica de Massachusetts obtém 23% de sua renda com reimpressões e a revista The Lancet, 41%.
Além desses pagamentos de despesas, os estudos de grande sucesso das empresas farmacêuticas são mais propensos a ser citados por outros autores, dando a essas revistas que os publicam mais visibilidade.

“Resultados distorcidos em estudos patrocinados pelas grandes empresas farmacêuticas”

O maior problema em favorecer estudos de empresas farmacêuticas é que essas empresas têm um incentivo óbvio para publicar resultados positivos para elas, escreve o Dr. Fung.
Os estudos pagos pela indústria farmacêutica são 70% mais propensos a mostrar um resultado positivo do que os estudos financiados pelo governo, de acordo com uma revisão de 2010 feita pelo Hospital Infantil de Boston.
Isso pode ser em parte porque os resultados são diretamente influenciados pela percepção do pesquisador e, quando um pesquisador está sendo financiado por uma empresa, é mais provável que ele interprete os resultados de maneira favorável a essa empresa, consciente ou inconscientemente.
Por exemplo, um relatório de 2008 da Universidade Estatal de Kent revelou que entre os estudos de antidepressivos, 36 dos 37 relatórios com resultados positivos foram publicados contra três dos 36 com resultados negativos.
Como resultado, uma revisão abrangente das pesquisas publicadas indicaria que 94% dos resultados foram positivos quando o número real foi de 51%.
Para colocar isso em perspectiva, o Dr. Fung escreveu: “Suponha que você saiba que seu corretor da bolsa publica todos os seus negócios lucrativos, mas suprime todos os seus negócios perdedores. Você confiaria a ele seu dinheiro?”
“Mas, ainda assim, confiamos nossas vidas à medicina baseada em evidências, ainda que que a mesma coisa esteja acontecendo.”
O Dr. Fung destacou a empresa farmacêutica francesa Sanofi, que completou 92 estudos em 2008, mas publicou apenas 14 deles.
Os resultados dos estudos publicados apresentaram de forma positiva as drogas em questão, e o Dr. Fung sugere que os estudos restantes que compuseram a maioria dos testes feitos naquele ano provavelmente mostraram resultados menos favoráveis.
“Esse tipo de comportamento racional acontecerá agora e não cessará no futuro. Mas sabendo disso, por que ainda acreditamos na medicina baseada em evidências, quando a base de evidências é completamente tendenciosa?” ele escreveu.
“Um observador de fora, olhando apenas para todos os dados publicados, concluirá que as drogas são muito mais eficazes do que são na realidade.
“No entanto, se você apontar isso nos círculos acadêmicos, as pessoas rotulam você de charlatão, que não “acredita na evidência.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do jornal britânico DailyMail: Top medical journals accused of skewing research by raking in millions of dollars in 'bribes' from drugs firms
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17 de maio de 2018

Quatro maneiras pelas quais a pornografia pode destruir seu filho


Quatro maneiras pelas quais a pornografia pode destruir seu filho

Luke Gibbons
O aumento no uso de pornografia e vício entre adultos é uma preocupação crescente em todo o mundo. Infelizmente, é muito pior para as crianças de hoje que estão crescendo em um mundo totalmente conectado. A pornografia está devastando toda uma geração de jovens.
De acordo com a fundadora da ChildLine, Dame Esther Rantzen, “Os jovens estão se voltando para a internet para aprender sobre sexo e relacionamentos. Nós sabemos que eles estão freqüentemente se deparando com pornografia, muitas vezes sem intenção, e eles estão nos dizendo muito claramente que isso está tendo um efeito danoso e perturbador neles.”

Quão ruim é o problema?

Muitos estudos relatam que a idade média da primeira exposição de uma criança à pornografia é de 11 anos. Mas a pesquisa da empresa de tecnologia de segurança Bitdefender afirma que crianças com menos de 10 anos de idade compõem agora 22% das visualizações de pornografia online para jovens menores de 18 anos. O grupo com menos de 10 anos agora representa 1 em cada 10 visitantes de sites de vídeos pornográficos.
Como explicou o assistente social clínico autorizado Donald P. Huerta: “Muitas crianças que tenho atendido em meu consultório particular que estão sofrendo com o vício da pornografia foram inicialmente expostas a ele por meio de um amigo, de roupas íntimas ou de banho em jornais, em um anúncio que apareceu de repente enquanto pesquisavam na internet ou por um clique acidental na internet enquanto faziam o dever de casa. Após verem sem intenção e subsequentemente lutarem com sentimentos de culpa e vergonha, eles secretamente continuaram procurando as fotos ou filmes que continham imagens similares e se tornaram mais intencionais em suas buscas por isto.”
Mais de um quarto (26%) dos adolescentes de 13 a 17 anos admitem ter visto pornografia pelo menos uma vez por semana. E se você acha que o problema não existe dentro da igreja, 70% dos pastores de jovens cristãos dizem ter atendido pelo menos um adolescente nos últimos 12 meses para ajudar a lidar com a pornografia.
“Nunca antes, na história da mídia de telecomunicações nos Estados Unidos, tanto material indecente e obsceno foi tão facilmente acessível para tantos menores em tantos lares americanos com tão poucas restrições.” — Ministério da Justiça dos EUA.
Os dados do Google Analytics mostram que as buscas relacionadas à pornografia aumentam em 4.700% quando as crianças estão fora da escola.
Em vista de estatísticas tão inacreditáveis, como a pornografia prejudica as crianças?

1. Ver pornografia afeta suas atitudes e valores.

Considere como é fácil para os anunciantes influenciar nosso comportamento para comprar um produto com apenas um pequeno comercial de televisão. Da mesma forma, ver muito brevemente pornografia pode influenciar as atitudes de uma criança sobre sexo, mulheres e outros valores.
A American Bar Association (Ordem dos Advogados dos EUA) relata: “O uso excessivo de mídia, especialmente quando o conteúdo é violento, estereotipado por gênero e/ou sexualmente explícito, distorce a visão de mundo das crianças, aumenta comportamentos de alto risco e altera sua capacidade de relacionamentos humanos bem-sucedidos e prolongados.”
Gail Dines, presidente da entidade Culture Reframed, disse: “Se você está socializando toda uma geração em sexo pornográfico, que é o que estamos fazendo porque a pornografia é a principal forma de educação sexual hoje, então que tipos de pais, parceiros, advogados, juízes, policiais eles serão quando tiveram sua capacidade de intimidade, conexões e relacionamentos sequestrados pela cultura pornográfica?”

2. A pornografia interfere em seu desenvolvimento e auto-identidade.

Existe uma relação significativa entre adolescentes que usam pornografia com frequência e sentimentos de solidão e depressão grave. Eles também têm níveis mais baixos de autoestima.
A pornografia altera o processo normal de desenvolvimento da personalidade de uma criança em relação à sua sexualidade, corpo e compreensão de si.
 “Durante certos períodos críticos da infância, o cérebro de uma criança está sendo programado para orientação sexual,” relata o ProtectKids. “Durante esse período, a mente parece estar desenvolvendo um ‘hardwire’ para o que a pessoa terá como causa de sua excitação e alvo de sua atração. A exposição a normas e atitudes sexuais saudáveis durante esse período crítico pode resultar na criança desenvolvendo uma orientação sexual saudável. Em contraste, se houver exposição à pornografia durante esse período, o desvio sexual pode se tornar impresso no ‘disco rígido’ da criança e se tornar uma parte permanente de sua orientação sexual.”
As crianças aprendem uma quantidade considerável imitando o que elas veem as outras pessoas fazerem.
Temos neurônios-espelhos em nosso cérebro que nos ajudam a aprender. Quando aprendemos a amarrar nossos cadarços de sapatos observando outra pessoa, isso são esses neurônios-espelho em ação.
O Dr. William Struthers, que é um neurocientista que escreveu “Wired for Intimacy; How Pornography Hijacks the Male Brain” (Programado para a Intimidade; Como a pornografia sequestra o cérebro masculino), diz: “Esses neurônios-espelhos estão envolvidos quando alguém vê a pornografia porque o que ele vê, ele experimenta e aprende de forma indireta.”
Ao ver a pornografia, o cérebro da criança está sendo programado para o que está vendo, o que forma sua compreensão do sexo e da intimidade.

3. As crianças não são emocional ou fisicamente capazes de lidar com a pornografia.

Quando as crianças veem pessoas desconhecidas em atos sexuais, torna-se uma experiência esmagadora e assustadora que elas não conseguem compreender.
Segundo a Associação de Psicologia Natural, “A pornografia, assim como a exposição a insinuações sexuais, em filmes para pré-adolescentes, pode despertar emoções de preocupação e confusão. Na maioria das vezes, as crianças não têm ninguém, com a exceção de colegas confusos, com quem discutir o que viram.”
“A pornografia, como algo que crianças e adolescentes não entendem necessariamente, torna-se irresistível e confusa para a maioria das crianças e adolescentes. Isso pode ser difícil para pais ou professores decifrarem, como comportamento de oposição, preocupação com sexo e incapacidade de se concentrar.
“A exposição ou exposição excessiva também pode levar a alguns sintomas associados a depressão e TDAH, sintomas associados ao transtorno bipolar ou ideação suicida.”
Segundo o Dr. Ted Roberts, apresentador da série Conquer, o córtex pré-frontal do cérebro é onde o raciocínio, a tomada de decisões e o julgamento ocorrem e não são totalmente formados até os 25 anos. Isso significa que crianças estão sendo expostas à pornografia muito antes que elas possam compreender os perigos associados ou fazer julgamentos sobre o que estão vendo.

4. A pornografia pode fazer as crianças praticarem sexualmente o que viram.

Já que as crianças muitas vezes imitam o que viram, alguns estudos mostram que a pornografia pode levá-las a praticar sexualmente entre crianças menores e mais vulneráveis.
ProtectKids explica: “Mais de 66% dos homens e 40% das mulheres relataram que queriam testar alguns dos comportamentos sexuais que haviam visto. E entre os estudantes do ensino médio, 31% dos rapazes e 18% das moças admitiram ter feito algumas das coisas que eles tinham visto na pornografia depois dentro de alguns dias após a exposição.”
Os jovens também são mais propensos a se envolver em fotos ou mensagens de sexting em seus telefones celulares, o que pode deixá-los expostos ao cyberbullying.
Estudos também mostram que meninos expostos a uma grande quantidade de pornografia antes dos 14 anos tendem a ser mais sexualmente ativos quando adultos. Além disso, uma pesquisa recente revelou uma ligação entre a exposição à pornografia e a violência sexual.

O desafio é claro

A pornografia representa um grande ataque danoso aos jovens de hoje. Eles terão de lidar com os impactos negativos que a pornografia tem sobre eles na vida adulta, a menos que tomemos medidas agora para ajudá-los a evitar um vício de pornografia ao longo da vida.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: 4 Ways Porn Can Destroy Your Child
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